| SINOPSE |  |
Quando Teodora é visitada por Sakura, uma fada samurai que lhe entrega uma espada japonesa lendária, não imagina que no dia seguinte esta mesma espada lhe vai revelar uma terrível notícia: «A tua irmã Gisela precisa de ajuda.». O Mago Saramago confirma a Teodora que Gisela corre perigo e que Pooka é quem está por trás destes acontecimentos. Não há tempo a perder! Conseguirá Teodora salvar o Mundo Paralelo das forças do mal?
Os livros da Teodora são livros juvenis do género Harry Potter mas com características portuguesas e brasileiras.
Teodora é uma menina prestes a completar 12 anos e a enfrentar o fabuloso destino que há muito lhe estava reservado pelas leis inexoráveis do mundo mágico: tornar-se uma fada. Opondo-se aos pais adoptivos, e na companhia dos amigos Alex e Gil, Teodora irá viver fantásticas aventuras num mundo paralelo ao nosso, cuja porta de entrada, estranhamente ou talvez não, são as ilhas encantadas do Açores.
A fantasia tem um estatuto muito real; é como se as fadas, gnomos, duendes, potes de ouro nas extremidades do arco-íris vivessem paredes-meias connosco; como se as crianças soubessem tudo isto e, progressivamente, o fossem esquecendo enquanto crescem.
Em Teodora, cada escarpa da ilha de S. Miguel, cada recanto da Lagoa do Fogo, em qualquer bosque escondido das pessoas comuns, pode haver uma poça de água, um Gallitrap, uma passagem secreta para este mundo maravilhoso. E depois de a nossa heroína franquear estas portas, não há regresso possível à vida madrasta que levara até ali. Teodora lutará pela sorte a que estava destinada desde os tempos antigos, muito antes de existir: ser uma fada e, graças à sua inteligência e habilidade, conhecer as chaves de todos os mistérios.
É uma mistura de alquimista de várias tradições: a portuguesa, escandinava, germânica e a celta. Elas convocam-nos para locais, costumes e ditos transmitidos pela cultura popular. Trazem-nos um mundo de criaturas maravilhosas que graças à literatura, mas sobretudo ao cinema.
Estes universos fantásticos criados pelo nosso imaginário comum são bons refúgios e, muitas vezes, lugares melhores para viver que o mundo real; no fundo, é esta a grande mensagem familiar de Teodora: a imaginação é uma ferramenta que todos devemos usar. Além disso, num mundo onde tudo é novo, há mais imprevistos e obstáculos a contornar; há, numa palavra, aventura. E, como na vida, é preciso aprender a viver nesse mundo, descobrir quem sãos os bons e os maus, encontrar os melhores caminhos…
O nosso quotidiano é cada vez mais igual ao dos Faia, a família com quem Teodora se viu obrigada a viver, e menos o do Mago Saramago, do gnomo Robin ou da fada madrinha Urgânia. Mas em todos nós continua a haver um pouco de Viviana, a parteira que ajudou a trazer Teodora ao mundo e mantém um pé na realidade e outro na fantasia. É este apelo ao mundo interior, ao da crença mais arreigada no nosso inconsciente colectivo na possibilidade de um mundo de fantasia que subjaz à realidade e a sustenta, que reside grande parte do encanto da história de Teodora.
Mas não se julgue que este percurso será fácil. Teodora terá de enfrentar Pooka, uma fada de um clã rival, e recuperar o anel mágico que recebera da sua mãe no dia em que nasceu. As provações serão muitas, os obstáculos irão multiplicar-se, os adversários parecerão quase invencíveis. Mas será esta busca que lhe permitirá crescer.
Em cada livro Teodora viaja para um país diferente onde vive aventuras fantásticas.